DESIGN THINKING: Um aliado poderoso na estratégia de Inbound Marketing – Agência Masa

DESIGN THINKING: Um aliado poderoso na estratégia de Inbound Marketing – Agência Masa

Você sabe o que é Design Thinking? Quando ouvimos a palavra “design”, a tendência é pensar em marcas, embalagens e produtos. Mas esqueça por um momento o que você já sabe: o Design Thinking é, literalmente, o pensamento de design.

A abordagem ultrapassa a parte estética e busca resolver desafios de forma colaborativa. O objetivo é que todos se beneficiem da maneira como os designers pensam, criando soluções inovadoras em projetos de qualquer área.

 

Os 4 passos do Design Thinking

O objetivo dos 4 passos é se chegar a uma inovação, mas ela deve ser aplicada de uma forma consistente e que gere resultados efetivos.

 

1- Imersão

É preciso mergulhar profundamente no assunto, pesquisar e ir atrás do maior número possível de informações. É a hora de entender as necessidades que podem ser transformadas em oportunidades. Quanto mais conhecimento, exemplos, cases, livros, filmes ou quaisquer outras fontes forem estudadas e compartilhadas, mais fundo se estará conseguindo entender o problema.

 

2- Ideação

Hora de soltar a criatividade! Agora com o imenso material captado pela imersão, é hora de juntar as peças e se libertar de qualquer inibição para a criatividade. Junte um grupo grande e com pessoas das mais diversas áreas.

Uma técnica muito usada é o tradicional brainstorming, mas existem muitas outras, como: funil de ideias,  mapa mental e os famosos canvas, que são telas esquemáticas que ajudam a formatar as ideias, como neste modelo ampliado de design thinking.

 

3- Prototipação

Agora que a ideia nasceu e parece realizável, é hora de testar, fazer um protótipo, mesmo que simples, para verificar a viabilidade do projeto. Não é preciso criar algo complexo.

Esquemas, maquetes feitas com lego ou desenhos podem ser bastante úteis em alguns casos, principalmente para serviços. Em outros, talvez seja preciso algo mais elaborado. Teste e verifique sua hipótese e certifique-se que vai funcionar de forma sustentável.

 

4- Desenvolvimento

Tudo pronto! Agora é só desenvolver. Precisa de recursos, colaboradores ou mais ideias? Uma dica é usar sites de crowdfunding, crowdsourcing e concorrência criativa.

 

 

Combinando Design Thinking e Inbound Marketing

 

Aprender com os erros: os conteúdos de real valor não precisam nascer prontos. O importante é testar ideias e fazer os ajustes necessários com base na reação do público.

 

Empatia: colocar-se no lugar do seu público é fácil. Você pode começar com pesquisas de palavras-chave para entender o que as pessoas realmente buscam e precisam.

 

Método visual: a ideia é deixar os projetos visíveis para todos. Já pensou em criar uma “caixa de sugestões” online para sua audiência?

 

Pensamento integrativo: consiste em ter equipes multidisciplinares, podendo criar ideias que se complementem. Quem disse que todos os seus conteúdos de Inbound devem vir dos redatores ou planners? Traga novas pessoas para a roda de ideias!

 

Teste de possibilidades: uma das premissas do Design Thinking é usar protótipos para testar e refinar as ideias, economizando tempo e recursos ao descobrir o que não funciona. O mesmo pode ser aplicado ao seu conteúdo. Comece, por exemplo, com posts curtos no blog e teste a reação. Depois amplie os textos que estejam agregando mais valor.

 

Gostou da dica? Implemente na sua estratégia de Marketing Digital e otimize seus processos e resultados!

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Saiba o que o algoritmo do facebook leva em conta na hora de entregar seus posts – Agência Masa

Saiba o que o algoritmo do facebook leva em conta na hora de entregar seus posts – Agência Masa

Você já deve ter reparado que o número de curtidas da sua página não quer dizer que o seu post alcance todas essas pessoas, né? Na verdade, não garante nem 2% da base de fãs, por isso há tantas páginas grandes com pouquíssimo engajamento.

E o responsável por isso é o Edge Rank, algoritmo do Facebook, um recurso utilizado para, principalmente, determinar o que é posto em primeiro no seu feed de notícias da tela principal. Estima-se que um usuário médio tenha acesso a, pelo menos, 1500 posts diários, mas que, no final, presta atenção em apenas 20% disso.

Para entender o que realmente lhe interessa, a rede utiliza uma série de fatores individuais que tentam traduzir o que esses 20% tinham de diferente de todo o restante, e com os dados coletados, ele passa a buscar combinações, definindo o que deve, ou não, vir a figurar na sua tela inicial.

Basicamente, são 4 fatores que servem como introdução à possibilidade do conteúdo ser ou não apresentado ao usuário em um primeiro momento:

 

Quem postou

O Facebook leva em consideração o nível de interações entre usuários, e isso conta quantas vezes você o pesquisou na rede, quantas vezes vocês trocaram mensagens, curtiram postagens um do outro, etc.

 

Quando postou

Quanto mais recente a postagem, maiores as chances dela aparecer no seu feed. Mas lembre-se que a rede leva ainda em conta a última vez que você conferiu as últimas atualizações.

 

Tipo de conteúdo

O que você prefere ver no seu feed? Você costuma curtir mais fotos, vídeos ou textões?

O Facebook se lembrará disso na hora de organizar o seu feed, colocando em primeiro o tipo de conteúdo com o qual você mais interage.

 

Engajamento com o post

Como sua rede de amigos interagiu com uma postagem? Eles curtiram, comentaram ou compartilharam algo de maneira massiva? Então as chances desse post subir no seu feed são grandes.

Claro que produzir um conteúdo de qualidade já é meio caminho andado para impactar mais pessoas na rede.

Mas é um “meio caminho” longo, que precisa de técnicas e gatilhos de Marketing para causar impacto. Você não precisa se preocupar com isso! Deixe com quem é especializado no assunto. Conheça nosso serviço de Gestão de Mídias.

 

Fonte: Marketing de Conteúdo

Google lista 6 erros que PMEs não podem cometer na Black Friday – Agência Masa

Google lista 6 erros que PMEs não podem cometer na Black Friday – Agência Masa

A Black Friday está chegando e muitos varejistas estão nos ajustes finais para uma das datas mais importantes do calendário promocional do ano. Entre as pequenas e médias empresas, nem sempre há um planejamento anterior com maior prazo.

Por isso, o Google listou seis erros mais comuns na data que devem ser evitados. Se você ainda não parou para pensar nesta ação, preste atenção nos números a seguir:

De acordo com os dados do Google, a Black Friday é a segunda maior data do comércio eletrônico no Brasil. Só na Black Friday 2017, os consumidores brasileiros fizeram 3,8 milhões de pedidos, gerando R$ 2,1 bilhões em vendas no meio online, de acordo com dados da e-Bit. Hoje, o volume de buscas pelas promoções é 3x maior que em 2013, quando a Black Friday começou a ganhar mais força no Brasil. A data promete crescer 15% em 2018, sendo que as categorias mais desejadas devem ser: eletrônicos (39%), eletrodomésticos (33%), artigos de telefonia e celular (25%), informática (24%), moda (19%) e cosméticos (18%), dados da e-commerceBrasil.

 

Agora, veja as dicas para as PMEs das especialistas do Google, Lidiane Tahan e Jéssica Miwa:

 

1- Ficar fora da Black Friday

O interesse pela Black Friday começa muito antes e atinge seu pico em novembro. Ou seja, os consumidores já estão pesquisando e muitos já se cadastraram para receber as promoções com exclusividade. Ficar de fora representa perder a possibilidade de vender 15x mais que o faturamento de um dia comum.

 

2- Deixar as campanhas para última hora

Como se organizar para as vendas, além de manter ofertas mais atraentes e ao alcance do consumidor. As campanhas de Marketing digital e o uso das ferramentas para aumentar as vendas online, como o Google Shopping, são opções que, ao contrário do que muitos acreditam, cabem no bolso de qualquer PME.

 

3- Promover ofertas enganosas

O consumidor está cada vez mais atento às ofertas da Black Friday. “Tudo pela metade do dobro do preço” não existe mais! Em 2016, o consumidor investiu mais tempo para pesquisar do que para comprar. De acordo com Reclame Aqui, pesquisas para consultar a reputação das empresas cresceram 26% na semana da Black Friday e os lojistas responderam em peso, já que o número de reclamações caiu 33% no último ano.

 

4- Tem, mas acabou

Não estimar o volume de produtos necessários é algo impensável durante a Black Friday. O aumento nas vendas pode chegar até 5 vezes mais que os outros meses do ano.

 

5- Esquecer dos novos clientes

Esta é uma grande oportunidade para conquistar novos clientes fiéis. Quase 300 mil brasileiros compraram pela primeira vez pela internet durante a Black Friday de 2016. Por isso, é preciso pensar estrategicamente, esta nova base para aumentar o ciclo de vida desses clientes.

 

6- Oferecer uma experiência de compra ruim

Esta é a hora de encantar os clientes. Se puder, aumente a equipe e priorize a qualidade no atendimento.  Dados apontam que 51% das decisões estão atreladas à confiança e experiência com o lojista. Preço e produto são importantes para atrair o consumidor, assim como uma boa logística para entrega dos produtos.

 

Fonte: Mundo do Marketing